Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

23
Mai16

No IT: Levi's hi-tech

lady-gazeta

Google e Levi’s apresentam o Jacquard, um casaco inteligente que interage com gadgets

Agora é que vai ser! 30ºC, no meu querido mês de Agosto, e tudo vestido de casaco de ganga. Ele é chamadas, ele é direcções, ele é, quiçá, um controlador de redes sociais. Isto tudo num...piscar de botão, integrado no mítico blusão de ganga Levi's.

Gostava de ver isto como mais do que um casaco com um botão, mas não consigo imaginar nada mais do que um smartwatch versão casaco. Na realidade, só consigo pensar no cheiro a suor de quem não o vai querer tirar, para o lavar. Oh Levi's, a sério? Vê-se claramente quem é que não anda de transportes públicos. 

21
Mai16

Vou e volto, mas…

lady-gazeta

…Lisboa! Ah, Lisboa...

 

E não sou Lisboeta. Aliás, não podia ser mais ribatejana. A freguesia de São Nicolau, em Santarém, carimbou-me inevitavelmente o início da vida. Marcou-me o início e a continuação, na realidade. [Raízes, são sempre raízes…] De facto, sou fã incondicional do que é nosso; da comida, do bom tempo, das praias, da nossa língua e, claro, das nossas gentes. Mais, mesmo depois da cidade-maravilhosa, o Rio de Janeiro, ou Nova Iorque, é Lisboa que me alenta e aconchega nos dias bons e maus. E depois de viajar este sentimento torna-se mais evidente. As viagens, para mim, têm o poder, entre muitos outros, de ensinar a apreciar o que é nosso. 

 

Como último suspiro, Lisboa é e será, para mim, sempre uma boa desculpa e uma boa razão. Talvez porque tenho um trabalho que me agarra lá ou enganando-me, engano-vos e, se não tivesse uma razão tão digna como o trabalho, arranjaria outra razão ou outro amor qualquer que nos continuasse a aproximar, ao final do dia, em amena-cavaqueira, com os que vieram e são do bem. 

15
Mai16

"I fell in love... his name is New York"

lady-gazeta

Ei-la, voltou!

Enquanto o novo projecto está work in progress, enquanto mambos aconteciam pelo meio... é impensável não partilhar convosco a última boa-nova da lady-G pelo mundo.

Há anos que Nova Iorque estava na calha das viagens. "Ah e tal, é caro!" (sim, é!), "Ah e tal, não é altura certa" (como não?!), "ah e tal, não vais sozinha, não é?" (why not?)... e eis que, há um mês, a situação económica proporcionou-se, a companhia também et voiláfoi assim que aconteceu6 dias de Nova Iorque!

Primeiro, caros companheiros, não vou partilhar roteiros porque simplesmente não-faz-sentido!

Nova Iorque é vida! Não me venham com museus, com Zoos, com must do's. Nova Iorque são as ruas, as cores, os néons e as pessoas. Nova Iorque é, tal como a música diz, um state of mind. Mais, depois de algumas cidades da Europa e depois de algumas cidades americanas, Nova Iorque deverá ser (provavelmente) a cidade "mais nova" que visitei. Quero com isto dizer que, quando vamos a NY, não estamos à espera de encontrar edifícios e monumentos timbrados pelas diferentes fases arquitecturais e religiosas. Mas, sim, estamos à espera de encontrar o-que-sempre-vimos-em-filmes: o movimento, as filas de pessoas a passarem as passadeiras, os cheiros, a multiculturalidade, o melting pot. Esperava encontrar tudo isto, mas encontrei mais. 

Sabem aquela sensação de deja-vu em cada esquina dobrada? Sentir que já conhecem tudo: desde os bares, as ruas e até às pessoas que passam por vocês?  Pois é esse mesmo feeling. Enquanto caminhava pelas ruas quase me que sentia Carrie (mas sem a parte dos saltos altos, do 1,80m de altura, a cabeleira loira, os olhos azuis, blablabla) do Sexo e a Cidade. Enquanto subia o Empire State, Alicia Keys soava-me permanentemente aos ouvidos. E enquanto estava em Times Square, a faixa passava a ser de Frank Sinatra, em New York, New York. Enquanto estava na estação central, quem lá estava era a Glória do Madagáscar. Nova Iorque entra-nos em casa há muitos anos e é por essa razão que a estima pela cidade se torna tão evidente mesmo antes de chegar, mesmo antes de a conhecer. 

Contudo, considero injusta tamanha descrição sem vos deixar um pouco mais. Assim, e agora de forma mais pragmática, partilho uma New York à la minute, à semelhança do que fiz aqui para Frankfurt.

  • Preparem-se para um acréscimo de 8% sobre o valor de qualquer bem que pretendam adquirir. É uma taxa variável que chega a ser de 17% em alguns bens. Num íman tem pouco impacto. Numa diária de um hotel faz toda a diferença.
  • Ahhh, as gorjetas. Sim, eles ficam à espera da gorjeta. Sentimos a pressão e cedemos. Excepto quando o serviço é mau, e aí não há lady-G que ceda. 
  • Estátua da Liberdade? Querem mesmo, mesmo ir? É relevante fazer o check, eu percebo. Mas sem ilusões. É uma estátua pequena. Vale pela vista maravilhosa sobre Manhattan (a famosa skyline).
  •  Hotéis? Caros. Claro, estamos em NY, portanto há que esperar um preço igualmente nova iorquino. Tive a possibilidade de ficar mesmo em Times Square (http://www.edisonhotelnyc.com/), portanto excelente localização. Em termos de limpeza, nada a apontar. Sendo que NY será sempre uma cidade a voltar, provavelmente irei optar por airbnb, por ser uma opção mais barata e mais "mochileira".
  • Restauração: enquanto viajo geralmente opto por uma refeição mais ligeira (ao jantar) e uma refeição mais completa (ao almoço). NY não foi excepção. Ao almoço optei por restaurantes típicos (sim, e muitos, muitos hambúrgueres) e ao jantar fui às famosas Delis. Devem experimentar: os donuts recheados (Dunkin donuts), as cervejas (Bud Light e Brooklyn Brewery) e as panquecas ao pequeno almoço. 
  • Compensa fazer compras? Não! O valor do dólar está muito semelhante ao euro. Valerá a pena se optarem por ir a um outlet, caso contrário, o Macys não fará jus aos preços que procuram nas marcas como a Tommy e a Levis. Excepto a tecnologia, que compensa sempre.
  • Coney Island! Fica a sul de Brooklyn e aproximadamente 1h de metro de Times Square. Não faz parte do roteiro para turistas (e ainda bem :)). É uma praia nova-iorquina e não esperem outra coisa que não seja uma praia citadina. Esperem uma praia muito idêntica à Quarteira, com parque de diversões (a tal roda gigante na praia, tão típica dos filmes...). Foi lá que surgiu o Hot dog e portanto a restauração faz jus a esse facto. Vale a pena visitar.
  • Rooftops: vale a pena fazer qualquer um (Empire, Top of the Rock, etc). Recomendo um de dia (pôr do sol) e outro de noite (ahh, as luzes...). Aproveitem os pacotes que os incluam (evitam filas de espera e sai-vos mais barato).
  • Transportes? Metro. Sim, é velho. Mas cumpre. Se procuram luxo, sempre têm hipótese de utilizar o uber.
  • Por fim, vivam a cidade! Esqueçam os museus! Percam-se nas ruas e observem as pessoas, as diferenças! E saiam à noite; é seguro e o ambiente é bom (pelo menos em Times Square).

 

ADOREI, sabem? Hoje disseram-me: "Os teus olhos brilham enquanto falas disto. E o teu sorriso não mente".  Exacto, isto de estar apaixonada é difícil de esconder :).

Espero voltar, e voltar, e voltar.... Nem que seja um pit stop rumo a São Francisco, rumo à costa oeste. É que sabem, aqui entre nós, em Nova Iorque senti que podemos ser quem realmente somos, sem julgamentos, sem olhares incriminadores. Lá, se usasse umas soquetes brancas e um salto alto Louboutin, seria apenas mais uma. Cá também, mas... E não, não estamos só a falar de aparência. Estamos a falar de state of mind.

 

[Este post foi atualizado com]

Xoxo,

Gossip Girl :) 

A Lady-Gazeta

Siga-nos no Facebook!

O Amena pertence a...

Amena no Mundo

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar